quinta-feira, 2 de outubro de 2008
“Te olho nos olhos e você reclama que te olho muito profundamente. Desculpa, tudo que vivi foi profundamente...Eu te ensinei quem sou, e você foi me tirando, os espaços entre os abraços, guarda-me apenas uma fresta. Eu que sempre fui livre, não importava o que os outros dissessem. Até onde posso ir para te resgatar? Reclama de mim, como se houvesse a possibilidade de me inventar de novo. Desculpa...se te olho profundamente, rente à pele...A ponto de ver seus ancestrais nos seus traços. A ponto de ver a estrada muito antes dos seus passos. Eu não vou separar as minhas vitórias dos meus fracassos! Eu não vou renunciar a mim; nenhuma parte, nenhum pedaço do meu ser vibrante, errante, sujo, livre, quente. Eu quero estar viva e permanecer te olhando profundamente." (Ana Carolina)
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Um comentário:
Lehal Bruh...
Gostei... ;P
Postando todo dia?? ^^
kaoskoaksaoksaoks...
beijãaaaooo
♥
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